Líder do governo Ricardo Barros nomeou servidora que liberou compra de Covaxin

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Na sessão desta sexta (25) da CPI da Covid, o líder do governo Jair Bolsonaro, Ricardo Barros (PP-PR), fora responsabilizado pela nomeação da servidora do Ministério da Saúde Regina Célia Silva de Oliveira, que teria autorizado o pagamento de US$ 45 milhões em nome de uma offshore, de forma antecipada, para o recebimento de 300 mil doses da vacina Covaxin.

 

O vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (Rede-AP) foi quem declarou sobre a suposta indicação.

Ele mostrou um extrato do Diário Oficial da União, do dia 15 de fevereiro de 2018, com a nomeação de Regina Célia, quando Barros era o então Ministro da Saúde.

As informações que temos é que a senhora Regina Célia é uma indicação, ao contrário de Luis Ricardo, que é servidor de carreira, que ela foi nomeada pelo então ministro Ricardo Barros”, disse.

Durante o depoimento da CPI da Covid, o servidor Luis Ricardo Miranda disse que Regina Célia foi quem autorizou o pagamento de US$ 45 milhões em favor da Madison Biotech, sediada em Singapura. Além disso, o deputado Luis Miranda (DEM-DF) disse que um deputado “da base do governo” foi citado pelo presidente Bolsonaro como responsável pelo esquema no Ministério da Saúde.

Como mostramos no início da semana, foi graças a uma emenda do deputado Ricardo Barros que houve a autorização para a contratação da vacina indiana Covaxin.

 

 

 

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