Antes do decreto do governador Ibaneis Rocha, com medidas contra disseminação do novo coronavírus a procura de máscaras higiências e álcool em gel já era crescente.
As máscaras higiênicas, com um público consumidor restrito hospitalar e odontológico antes da pandemia ser decretada não era encontrada no mercado pela quantidade baixa consumida. Agora, com a alta demanda, o produto falta no mercado. A informação foi obtida por uma pesquisa com balconistas de farmácias e farmacêuticos. Nos supermercados também houve o sumiço das prateleiras do álcool em gel. Fornecedores não estão dando conta das encomendas.
No caso das máscaras, o produto é importado e a conjunção da elevada demanda com o preço do dólar na casa dos R$ 5,00 o preço produziu o salto nos preços.
O consumo do álcool em gel subiu o dobro em laboratórios, restaurantes e hospitais. O preço de mercado em fornecedores especializados a máscaras custam aproximadamente R$ 15,00 e o álcool em gel cerca de R$ 30,00 em média, chegando a próximo de R$ 42.
Com o objetivo de evitar alta de preços dos produtos sem precedentes do álcool em gel, o deputado distrital José Gomes (PSB) pediu ao governo do Distrito Federal que haja maior fiscalização do Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF).
Além disso, que o órgão autue os estabelecimentos que estiverem praticando um aumento injustificado nos valores cobrados pelo álcool em gel antisséptico e pelo etílico hidratado 70 INPM.
Segundo o deputado muitos consumidores têm reclamado do aumento abusivo do produto nas prateleiras. Não podemos permitir isso”, frisou José Gomes.
“É isso que queremos combater. Com preços abusivos, quem mais sofre é a população mais carente, que não têm condições financeiras para arcar com o produto”, complementou o parlamentar.