Na CPI, deputado Luís Miranda afirma que Bolsonaro cometeu prevaricação

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O parlamentar sustentou que o presidente recebeu denúncia sobre irregularidades no contrato de compra da vacina Covaxin, mas não tomou providências. Ele e o irmão, o servidor do Ministério da Saúde Luís Ricardo Miranda, forneceram uma ordem cronológica dos fatos relacionados à pressão que Luís Ricardo alega ter sofrido para autorizar a importação do imunizante indiano.

 

O servidor do Ministério da Saúde afirmou que a fiscal do contrato autorizou a importação da Covaxin sem o seu aval. Luís Ricardo Miranda falou que Regina Célia, também servidora da pasta, deu a autorização no dia 22 de março. O grupo que ele coordena na pasta não havia concordado, por ter visto inconsistências na nota fiscal internacional da compra. Miranda também disse ter sofrido pressão para aprovar o contrato não só de seus superiores, mas do sócio da Precisa Medicamentos.

Um dos pontos que causaram discussão durante o depoimento foi a entrada, na negociação, de uma empresa considerada offshore, com sede em uma residência de Singapura – ao lado de mais de 500 outras companhias registradas no mesmo endereço. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra, justificou que é ‘normal’ que empresas do tipo tenham offshores e houve bate-boca.

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