Por Carlos Arouck
Os Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro e Cilia Flores na madrugada de 3 de janeiro de 2026. A operação, batizada de Southern Spear, removeu o líder socialista da Venezuela. Forças especiais executaram a ação com rapidez e precisão.
Segundo Washington, o regime de Maduro exportava drogas e ameaçava a estabilidade regional. A intervenção, afirmam autoridades americanas, corrige falhas acumuladas por governos anteriores.
A captura implementa o chamado Corolário Trump à Doutrina Monroe. Essa política visa expulsar influências da China e da Rússia do hemisfério ocidental. Trump anunciou em sua rede Truth Social que os Estados Unidos irão gerenciar o país até a conclusão de uma transição política.
Os EUA também passarão a controlar as reservas de petróleo da Venezuela. Democratas criticam a ação e a classificam como imperialismo. A Casa Branca rebate, afirmando que a intervenção resolve anos de fraqueza diplomática.
A operação redefine o equilíbrio de poder no Hemisfério Ocidental. Os Estados Unidos justificam a ação como combate direto ao narcoterrorismo. Na prática, a intervenção busca consolidar a hegemonia regional.
Washington neutraliza a infiltração chinesa e russa e assegura controle sobre recursos estratégicos. Trump declara que os EUA irão administrar o país temporariamente. A soberania venezuelana torna-se secundária diante da busca por ordem regional.
As motivações incluem segurança energética e contenção de rivais estratégicos.
A captura resulta de uma campanha híbrida prolongada. Guerra econômica foi combinada com bloqueio naval e projeção militar.
Entre setembro e dezembro de 2025, os Estados Unidos intensificaram operações no Caribe. A retórica oficial mudou para confronto direto contra cartéis. Um bloqueio naval apreendeu petroleiros como The Skipper e Bella 1. A CIA realizou ataques com drones em 29 de dezembro. A Marinha posicionou o USS Gerald R. Ford e o USS Iwo Jima na região.
Na noite da captura, a operação priorizou velocidade e tecnologia. Às 02h00, bombardeios neutralizaram bases estratégicas como La Carlota e Forte Tiuna. Às 02h15, guerra eletrônica provocou um apagão em Caracas. Às 02h30, forças Delta foram inseridas por helicópteros. Às 03h00, Maduro e Flores foram capturados. Às 04h30, Trump anunciou o sucesso da missão.
O general Dan Caine, responsável pela operação, revelou o envolvimento de 150 aeronaves. A inteligência americana forneceu detalhes sobre a rotina de Maduro. A ausência de baixas americanas indica falhas na lealdade militar venezuelana.
A narrativa pública enfatiza o combate ao narcotráfico. A análise estratégica, porém, aponta para uma doutrina focada na proteção de interesses nacionais.
Os pilares incluem segurança energética, já que a Venezuela possui uma das maiores reservas provadas de petróleo do mundo. Trump busca recuperar esses recursos. A contenção da China e da Rússia também é central, uma vez que Maduro transformou o país em um hub para rivais dos EUA.
A intervenção desmonta essa infraestrutura e atua no controle migratório, estancando o êxodo na origem.
Trump planeja a entrada de empresas americanas na reconstrução da infraestrutura energética. A indústria será gerenciada para compensar custos da operação.
A PDVSA sofre com décadas de subinvestimento. A recuperação depende de capital estrangeiro pesado.
A empresa energética Chevron opera joint ventures e produz cerca de 150 mil barris por dia. Halliburton, SLB e Baker Hughes reativam poços. ExxonMobil e ConocoPhillips retomam ativos. A Shell acelera o projeto Dragon.
Com a Venezuela sob gestão americana, a produção aumenta e os preços globais caem. A recuperação completa pode levar uma década e custar bilhões de dólares.
A administração baseia a ação nos indiciamentos de 2020 e 2025. Maduro é acusado de liderar o Cartel de los Soles. A operação é enquadrada como ação policial internacional.
O precedente citado é a captura de Manuel Noriega, em 1989. Críticos apontam imunidade soberana. A Casa Branca invoca autoridade presidencial. Democratas afirmam que se trata de um ato de guerra sem aprovação do Congresso.
Republicanos apoiam Trump. Marco Rubio e J.D. Vance defendem a restauração da ordem regional. A Fox News destaca a eficiência militar.
Democratas condenam a operação. Chuck Schumer e Bernie Sanders alertam para o risco de uma ocupação prolongada, comparável ao Iraque.
A captura força uma recalibração global. A Rússia condena a ação, mas não intervém militarmente. A China protesta e acusa pirataria, enquanto seus investimentos na Venezuela passam a ser considerados de alto risco.
A Colômbia coloca forças em alerta. O Brasil condena a violação de soberania, mas evita demonstrar apoio direto a Maduro.
A intervenção afeta diretamente o Brasil devido à fronteira compartilhada. A Venezuela fecha temporariamente a fronteira. O êxodo de refugiados pressiona Roraima.
A queda nos preços do petróleo beneficia importadores brasileiros. A estabilidade futura pode reduzir a pressão migratória. Há, porém, risco de insurgência na região amazônica.
Lula prioriza a ideologia em detrimento da segurança. A oposição de direita ganha força no debate interno.
Trump assume a gestão temporária e colabora com Delcy Rodríguez na transição. María Corina Machado celebra a captura. A prioridade passa a ser estabilidade institucional.
A FANB permanece como incógnita. Cooptar os militares é visto como essencial para evitar insurgência.
O Cenário A projeta recuperação em dois a três anos com cooperação internacional.
O Cenário B aponta para guerrilha e ocupação prolongada, com aumento da migração para o Brasil.
O Cenário C envolve conflito regional com possível apoio russo indireto.
A captura encerra o chavismo. Os Estados Unidos assumem responsabilidade direta pelo destino da Venezuela. A liderança decisiva é apresentada como derrota do socialismo no continente.
O Brasil pode se beneficiar se abandonar uma postura puramente ideológica e adotar uma estratégia pragmática.
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