Ex-Ministro da Justiça busca esclarecer suposta omissão e questões sobre ‘minuta do golpe’ durante depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito. Ministro Alexandre de Moraes havia autorizado opção de silêncio previamente
No cenário político em meio a intensas investigações, o ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, expressou sua intenção de enfrentar os questionamentos que surgirão durante a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas.
Torres, que anteriormente ocupou a posição de Secretário de Segurança no Distrito Federal durante os eventos em análise, também exerceu o cargo de Chefe do Ministério da Justiça durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesse contexto, é esperado que ele enfrente uma série de indagações abordando uma gama de tópicos, incluindo alegações de omissão em relação aos acontecimentos investigados.
Um dos pontos centrais da indagação se relaciona a uma suposta “minuta do golpe”, um documento cujo conteúdo e autenticidade ainda precisam ser esclarecidos. Dentre os questionamentos direcionados a Torres, espera-se que haja uma busca por esclarecimentos a respeito de sua possível participação na elaboração ou divulgação desse documento, que tem potencial para arrojar luz sobre a natureza dos eventos em análise. O depoimento está marcado para essa terça-feira (8), na CPMI dos Atos Golpistas.
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