STF forma maioria para condenar Collor

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Placar do caso está 6 a 1 pela condenação, com apenas o ministro Nunes Marques votando contrariamente

 

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o ex-presidente Fernando Collor por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Até o momento, o placar do caso está em 6 a 1 pela condenação, com apenas o ministro Nunes Marques votando contrariamente. O julgamento refere-se à acusação de que Collor teria recebido R$ 29 milhões em propina pela influência política na BR Distribuidora, durante o período em que era senador.

 

A denúncia contra Collor foi apresentada em 2015 pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e aceita em 2017 pelo STF, no âmbito das investigações da Operação Lava-Jato. Segundo as acusações, o ex-presidente teria utilizado sua posição política para obter vantagens indevidas e ocultar o dinheiro ilícito por meio de lavagem de dinheiro.

No entanto, o ministro Nunes Marques manifestou seu voto contrário à condenação, argumentando que as investigações não apresentaram provas suficientes para comprovar as práticas criminosas atribuídas aos réus. Sua posição divergente dos demais ministros levanta debates sobre a interpretação das evidências apresentadas e a aplicação da lei no caso em questão.

 

Com a formação da maioria pela condenação, o processo segue em andamento no STF, aguardando a finalização do julgamento e a definição da sentença. A decisão do tribunal terá um impacto significativo na história política do país e nas discussões sobre corrupção e lavagem de dinheiro no âmbito do poder público.

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