O presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira, decidiu movimentar o tabuleiro eleitoral para 2026. Durante reunião em Brasília, ele assumiu também a presidência do partido no Distrito Federal, enquanto Wanderley Tavares passa a ocupar a vice-presidência. A mudança busca estabelecer um consenso partidário com vistas às próximas eleições. Nos bastidores, o Republicanos se articula para compor a chapa da vice-governadora Celina Leão (PP-DF), nome lançado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB) para disputar o comando do Buriti.
Bastidores no Buriti

Na tarde desta terça-feira (18), no Palácio do Buriti, o destaque foi o encontro entre o secretário da Casa Civil do DF, Gustavo do Vale Rocha, e o presidente nacional do Republicanos, Marcos Pereira.
O articulador

Gustavo Rocha, jurista e ex-ministro dos Direitos Humanos no governo Temer, articula seu nome como possível vice de Celina Leão (PP) na eleição de 2026. Com forte vínculo com o ex-presidente Michel Temer, Rocha se destaca como um possível aliado estratégico para a chapa, refletindo sua influência no cenário político do Distrito Federal.
Ambições em xeque
Wanderley Tavares, agora vice do Republicanos no Distrito Federal, enfrenta um futuro incerto após a queda do deputado Gilvan Máximo, definida pelo STF. Seu nome ainda é cogitado para a Câmara Federal em 2026, mas rumores sobre seu compromisso político fragilizado e a perda de influência dentro do partido colocam suas ambições em xeque.
Cleber 12 x Deise 5

A deputada Deise Amarilio, presidente da Comissão de Saúde (CSA) da CLDF, foi derrotada na aprovação de Cleber Monteiro Fernandes para a direção do IGES-DF. Rumores indicam que ela tinha outro nome em mente para o cargo, mas esqueceu que o IGES-DF foi criado sob a liderança de seu mentor, o ex-governador Rodrigo Rollemberg (PSB), o que complicou sua posição.
Lealdade ao União Brasil

A ex-deputada Júlia Lucy, que participou da 2ª Semana da Mulher na CLDF, com o tema “Mais Vozes, Mais Direitos – Mulheres que transformam o mundo”, reafirmou sua lealdade ao União Brasil, apesar de ser cobiçada por outras siglas. A afirmação veio em um momento em que sua trajetória política vem sendo observada de perto, e as movimentações no cenário partidário indicam que ela tem sido cortejada por outros partidos que visam sua adesão para fortalecer suas bancadas. Mesmo com essa pressão, Júlia Lucy deixa claro que sua fidelidade ao União Brasil permanece inabalada, ao menos por ora.
Governo Lula torra R$ 4,2 milhões

O ano mal começou e o ritmo de gastos com cartões corporativos do governo Lula (PT) segue acelerado. Nos primeiros dois meses e meio de 2025, foram realizadas cerca de 2.300 compras, totalizando R$4,2 milhões, com uma média diária de R$56 mil. Esses gastos não podem ser auditados ou fiscalizados, e, em 2025, já custaram aos brasileiros R$17,2 milhões. Regalias, como as vividas na gestão de Orlando Silva, continuam a gerar polêmica.
Bolsonaro sugere asilo para filho nos EUA
O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que, caso necessário, seu filho, deputado Eduardo Bolsonaro, poderia pedir asilo político aos Estados Unidos, e que o ex-presidente Donald Trump concederia o pedido de imediato. A declaração foi dada em resposta ao anúncio de Eduardo de que se licenciará do cargo para permanecer nos EUA, alegando “perseguição política” no Brasil. Bolsonaro também criticou a concentração de poder no país e a atuação de Alexandre de Moraes, sugerindo que seu filho poderia contribuir mais pela liberdade de fora do Brasil.
Lula derrete em SP e vira sorvete de chuchu

A popularidade do presidente Lula (PT) despencou entre os paulistanos, conforme pesquisa do instituto Paraná Pesquisas divulgada nesta terça-feira (18). Desde setembro, a aprovação do governo caiu 12,9 pontos percentuais, chegando a 38,2%, enquanto a desaprovação saltou para 58,1%. Há seis meses, o petista contava com 51,1% de apoio na capital paulista, mas os números mostram um desgaste acelerado de sua gestão.
Janja em missão secreta: sushi, croissant e sigilo absoluto!

Janja Lula da Silva embarcou para o Japão uma semana antes do presidente Lula (PT), seguindo um roteiro próprio e com gastos sob “sigilo”. Após a visita ao país asiático, a primeira-dama ainda fará uma intrigante passagem por Paris. O governo alega que ela está “preparando a visita de Lula”, mas especialistas apontam que essa função cabe exclusivamente a equipes técnicas de logística, comunicação e segurança. Enquanto isso, o custo da viagem segue bancado pelos pagadores de impostos.