Brasil humilhado: Derrota histórica para a Argentina expõe crise na seleção
A seleção brasileira protagonizou um dos capítulos mais vergonhosos de sua história ao ser atropelada por 4 a 1 pela Argentina, nesta terça-feira (25), em Buenos Aires, pela 14ª rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo. O placar escancara a decadência do futebol pentacampeão e marca o pior resultado desde o traumático 7 a 1 para a Alemanha, em 2014.
Além do vexame, o massacre imposto pela Argentina é o mais contundente desde 1964, quando venceu o Brasil por 3 a 0 na Taça das Nações. Nem mesmo a presença de Pelé impediu a derrota naquela ocasião, e agora, seis décadas depois, a seleção repete um espetáculo de desorganização e impotência contra o maior rival.
A fragilidade da equipe brasileira se torna ainda mais evidente ao analisar o histórico dos confrontos. O Brasil não sofria uma goleada tão expressiva contra a Argentina desde a década de 1940, quando perdeu por 5 a 1 em duas edições da Copa Rocca. Hoje, o escrete canarinho, outrora temido, parece ter perdido sua identidade.
A derrota em Buenos Aires não é apenas um tropeço, mas um reflexo da falta de planejamento, comando e renovação na seleção. Com o Mundial cada vez mais próximo, a pergunta inevitável é: há tempo para evitar um novo desastre em 2026?