O Secretário de Meio Ambiente e Infraestrutura de São Paulo, Marcos Penido, alegou, nesta segunda (10) que o caos não foi uma consequência da falta de estrutura da cidade, mas sim da intensidade da chuva.
“Nenhuma metrópole está preparada para uma chuva na dimensão que veio nessa madrugada. Todo e qualquer projeto de drenagem nós temos o tempo de decorrência de 100 anos. Nessa madrugada, tivemos um tempo de decorrência de quase 200 anos.”
O secretário afirmou que, para conter o alagamento nas marginais, a secretaria reforçou o sistema de bombeamento, para transferir a água dos rios para as represas, diante das chuvas que devem persistir.
De acordo com o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, o poder público fez o que pode e, por isso, o estrago não foi maior. “O desastre teria sido ainda muito maior se não fosse o trabalho preventivo da Prefeitura nos últimos meses. Aliás, nenhum piscinão transbordou por causa dessa limpeza.”
O prefeito de Osasco, Rogério Lins, afirma que a cidade trabalha para tirar moradores de situações de risco. “Nós montamos um operacional para remoção e acolhimento dessas famílias com mantimentos e produto de higiene.”
Direto de Abu Dhabi, o Governador João Doria também ressaltou o trabalho da Defesa Civil no sentido de alertar as famílias que se encontram em locais de risco.
O governador sugeriu que a população não se exponha.”Aquelas pessoas que deverão evitar deslocamentos, tomo a iniciativa de pedir para as pessoas evitarem deslocamentos desnecessários.”
Doria ressaltou as medidas do governo no sentido de evitar o caos decorrente possíveis chuvas. “Aumentamos o investimento junto como governo federal para implantação dos piscinões. A outra medida é evitar ocupações irregulares em áreas de morro.”
O governador lamentou também a morte de um homem de 33 anos em decorrência da chuva em São Bernardo do Campo.
Ir para o conteúdo






