Governador afirmou que pretende conceder correções salariais a partir de 2020, bem como pagar a terceira parcela do aumento concedido em 2013 pelo então governador Agnelo Queiroz (PT).
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, pretende conceder correções salariais a partir de 2020, assim como pagar a terceira parcela do aumento comprometido em 2013 pelo então governador Agnelo Queiroz (PT).
O anúncio foi feito na cerimônia de assinatura de autorização para o pagamento de pecúnias atrasadas a oito mil servidores aposentados do Distrito Federal. “Estamos aqui para proteger o servidor público, coisa que os governos passados não fizeram”, frisou Ibaneis. Além disso, informou que tem como foco dispor plano de saúde com preços entre 20% a 30% menores do que o valor de mercado. Assim, atender 250 mil servidores, número que pode chegar a 400 mil, com os entes das famílias.
O pagamento das pecúnias em atraso custará aos cofres do DF R$ 704 milhões e serão pagas em 36 parcelas. No entanto, os servidores que quiserem antecipar os valores a serem recebidos devem procurar o Banco de Brasília (BRB) a partir da próxima segunda-feira, 4 de novembro, e solicitar a antecipação.
“Esse é um instrumento que regulariza todo o passivo do governo com os aposentados, que desde 2016 estavam sem saber se iriam receber seus direitos”, explicou o chefe do Executivo local, durante cerimônia no Salão Branco do Palácio do Buriti.
Segundo o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, o percentual de juros cobrados de quem optar por receber as pecúnias em menos parcelas que as 36 oferecidas pelo governo, será de 1,65% ao mês, menor que os do crédito consignado, cuja o valor é hoje calculado em 1,85%.
Ibaneis também falou do processo de criação de um plano de saúde para o GDF, outra conquista considerada prioritária pelos servidores do Distrito Federal. Segundo o governador, nos próximos dias será anunciado o edital para o plano de saúde do funcionalismo do DF. A medida, de acordo com o governo, deverá atender 250 mil servidores, número que poderá quase que dobrar se for estendido aos familiares.
BRB em parceria
O governo do Distrito Federal assinou acordo de cooperação técnica para o desenvolvimento do projeto de recuperação da Torre de TV. O projeto será financiado pelo Banco de Brasília e custará R$ 40 milhões.
“Nós tínhamos espaços aqui em Brasília que vinham sendo abandonados. Um deles é a região ali da Torre de TV, o jardim Burle Max e a fonte. Unimos aí a vontade de ter Brasília novamente no cenário nacional, com seus monumentos todos funcionando, e a necessidade que o BRB tem, nessa nova proposta, de ser um banco com fixação no cenário econômico nacional. Mas para isso ele precisa fixar sua marca. Essa parceria ajuda a Brasília e ao banco”, explicou o governador.