Polícia prende suspeita de matar taxista no DF

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Polícia Civil do Distrito Federal prendeu uma mulher de 28 anos suspeita de ter assassinado um taxista em um posto de gasolina na 309 Norte, na manhã desta quinta-feira (20). A vítima tinha 34 anos e morreu baleada por um rifle. O crime foi registrado por câmeras de segurança do comércio.

De acordo com as investigações conduzidas pelo delegado da 2ª DP, Laercio Rosseto, a principal suspeita é de que o crime tenha sido motivado por um acerto de contas envolvendo tráfico de drogas.

“Ela ofereceu suporte e ajudou a ir atrás das armas”, disse Rosseto durante coletiva no fim da tarde desta quinta. O delegado informou que foram encontrados com a vítima R$ 2.965 em dinheiro e drogas enroladas em uma nota de R$ 100.

A suspeita se apresentou à 5ª DP, área central do Plano Piloto, alegando ter presenciado o assassinato. No entanto, agentes desconfiaram da história e apreenderam o celular da mulher. De acordo com o delegado Rosseto, nas mensagens pelo telefone ela orienta os envolvidos a fugir e pede uma arma.

Segundo a polícia, a suspeita poderá responder por homicídio qualificado por motivo torpe. A pena estabelecida é de 12 a 30 anos. Dois dos três homens envolvidos já foram identificados, mas ainda estão foragidos, conforme apontou Rosseto. Um dos assassinos seria namorado da mulher detida nesta quinta.

Suspeita de ter participado do crime que matou taxista, se apresentou à 5ª DP, na área central de Brasília (Foto: Yasmim Perna/ G1 DF)

Suspeita de ter participado do crime que matou taxista (Foto: Yasmim Perna/ G1 DF)

Entenda o caso

Nas imagens gravadas, um carro branco aparece com três homens e uma mulher estacionando no posto. Um grupo de pessoas que conversava em pé se dispersa quando um dos homens desce apontando o rifle.

Ele se esconde na frente do carro e atira cinco vezes contra a vítima, que tenta se proteger atrás de outro veículo. Quando se certifica do homicídio, entra no carro com os comparsas e deixam o posto.

A Polícia Civil informou que a vítima tem passagens criminais por “posse de drogas, resistência, desacato, injúria, ameaça, lesão corporal (Maria da Penha) e dano”.G1

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