Após mais de um ano de estudo, a Fundação Getúlio Vargas termina o pente fino dos contratos do transporte coletivo. A principal constatação foi a de que as empresas Pioneira e Marechal foram beneficiadas com o contrato, tendo o GDF que pagar mais pelo serviço prestado.
Em 2016, a justiça determinou que o governo anulasse os contratos das empresas do transporte público porque a licitação foi fraudada. Entre os achados, a justiça aponta que as empresas Marechal, Pioneira e Piracicabana foram beneficiadas na licitação pela participação do empresário das companhias no processo de contratação.
Redação BN
Ir para o conteúdo





