Defesa de Paulo Henrique Costa nega influência no BRB após afastamento
Brasília — A defesa de Paulo Henrique Costa divulgou nota nesta quarta-feira (5) em que nega, de forma categórica, qualquer tipo de influência do ex-dirigente no Banco de Brasília (BRB) após seu afastamento da instituição. Segundo os advogados, não há qualquer prova que sustente as insinuações publicadas recentemente em veículos de imprensa.
De acordo com a defesa, desde o desligamento, Paulo Henrique Costa não exerce função no BRB, não participa de decisões administrativas, não emite orientações e não mantém ingerência, seja formal ou informal, sobre a atual gestão, servidores ou áreas técnicas do banco. A nota afirma ainda que as matérias veiculadas não apresentam fatos concretos ou evidências que sustentem as alegações.
Os advogados ressaltam que a permanência de profissionais de carreira ou de empregados regularmente contratados não caracteriza influência indevida, tampouco autoriza suposições sobre eventual “comando nos bastidores”. Para a defesa, esse tipo de narrativa desconsidera a autonomia técnica da instituição e ignora os mecanismos de governança e controle interno do BRB.
Por fim, Paulo Henrique Costa afirma confiar no devido processo legal e na apuração técnica dos fatos. Segundo a nota, acusações ou construções narrativas sem lastro fático não devem prevalecer.
A manifestação é assinada pelo advogado Cleber Lopes de Oliveira, OAB/DF 15.068.
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