Vereador afirma que ex-presidente enfrenta crises persistentes de soluços e azia, teve médico acionado na PF e aguarda análise de pedido de prisão domiciliar humanitária pelo STF
O vereador Carlos Bolsonaro (PL) afirmou neste domingo (11) que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou agravamento em seu quadro de saúde, com crises persistentes de soluços que evoluíram para azia contínua, dificultando a alimentação e o descanso. Segundo ele, a piora levou à chamada de um médico à sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde Bolsonaro cumpre pena de 27 anos de prisão por crimes relacionados à chamada “trama golpista”.
De acordo com Carlos Bolsonaro, a azia constante impede o ex-presidente de se alimentar adequadamente e de dormir. O vereador também relatou um “grave abalo psicológico”, que, segundo ele, seria intensificado pelo fato de o pai permanecer sozinho na cela, classificada por ele como “solitária”.
Em publicação nas redes sociais, Carlos divulgou uma foto em que Jair Bolsonaro aparece inclinado sobre a pia do banheiro. Na mensagem, afirmou que o ex-presidente sofre “intermináveis crises de vômito” em razão de sequelas da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG). O ataque foi cometido por Adélio Bispo de Oliveira, posteriormente considerado inimputável pela Justiça por apresentar transtorno delirante persistente.
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O vereador também informou que, no fim de semana, a defesa de Jair Bolsonaro protocolou um novo pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, até o momento, o requerimento não teria sido analisado pela Corte.
Ainda na publicação, Carlos Bolsonaro contestou a condenação do pai a 27 anos e 3 meses de prisão e criticou os cinco crimes atribuídos na denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), acolhida pela Primeira Turma do STF no ano passado.
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