EUA realizam ataques militares na Venezuela; Trump afirma que Maduro foi capturado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste sábado (3) que uma operação militar americana foi realizada na Venezuela nas primeiras horas da manhã e afirmou que o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país. A declaração foi publicada por Trump em sua rede social Truth Social e posteriormente repercutida por veículos internacionais de imprensa.
Segundo o governo americano, a ação consistiu em ataques de larga escala em várias áreas do país sul-americano, incluindo a capital Caracas e estados como Miranda, Aragua e La Guaira. Testemunhas relataram fortes explosões e aeronaves sobrevoando a região nas primeiras horas do sábado, causando pânico entre moradores.
Trump afirmou que a operação foi conduzida “em conjunto com as forças de aplicação da lei dos EUA” e que mais detalhes seriam apresentados em uma coletiva de imprensa marcada para o início da tarde. O governo americano não informou oficialmente o destino ou o local onde Maduro e sua esposa estariam sendo mantidos.
O ataque representa uma escalada dramática nas relações entre os dois países, após meses de tensões em torno de acusações dos EUA de que o governo venezuelano estaria envolvido com narcotráfico e outros crimes transnacionais. Washington tem mantido uma presença militar reforçada no Mar do Caribe nos últimos meses, incluindo navios de guerra e outras unidades, sob a justificativa de combater organizações ligadas ao tráfico.
Por outro lado, o governo venezuelano classificou os ataques como uma “agressão militar gravíssima” e declarou estado de emergência nacional. Caracas afirmou que repudiava a ação americana e convocou toda a sociedade a se mobilizar em defesa da soberania.
A situação continua em desenvolvimento, com repercussões diplomáticas imediatas em várias capitais globais e preocupações sobre a estabilidade regional. Observadores internacionais também acompanham os desdobramentos, alertando para possíveis consequências humanitárias e legais da operação.
Com informações Agências
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