Tenente-coronel Mauro Cid já tinha ciência do caráter público das joias do governo em março

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Revelações fortalecem indícios de irregularidades nas joias do governo Bolsonaro

 

 

 

Novas revelações no caso das joias do governo vêm à tona, mostrando que o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, estava ciente, desde março deste ano, de que esses itens eram considerados bens de interesse público. Mesmo que as joias fossem legalmente parte do acervo pessoal do então presidente, o que não se confirmou, Cid sabia que a União teria o direito de preferência em sua aquisição, caso fossem colocadas à venda.

 

As informações foram obtidas a partir de mensagens trocadas entre Cid e o advogado Fábio Wajngarten, que faz parte da defesa de Bolsonaro no caso das joias e também foi seu secretário de Comunicação durante o mandato presidencial. Os registros das conversas foram obtidos por meio do celular de Mauro Cid e vieram à luz por meio da coluna de Juliana Dal Piva, no UOL.

 

Esse novo desenvolvimento na investigação lança mais luz sobre o escândalo das joias do governo, colocando em questão a legalidade e a gestão desses itens, enquanto também destaca o conhecimento prévio de Mauro Cid sobre a natureza pública das joias em questão.

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