Miranda admite que o líder do governo foi envolvido em esquema da Covax citado por Bolsonaro

Compartilhar:
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp
Telegram
[views count="1" print= "0"]
[tta_listen_btn listen_text="Ouvir" pause_text="Pause" resume_text="Retomar" replay_text="Ouvir" start_text="Iniciar" stop_text="Parar"]

 

Temendo represália, o deputado Luis Miranda, no começo da noite dessa sexta (25), relutou, mas concordou em dizer o nome que foi citado pelo presidente Jair Bolsonaro durante reunião na qual participou com seu irmão Luis Ricardo Miranda ao entregar documentos que substanciaram denúncia de irregularidades na compra da vacina Covaxin.

O nome é do líder do governo Ricardo Barros, que foi o autor da lei que autorizou a compra da Covaxin sem autorização da Anvisa.

Miranda citou o nome que de Ricardo Barros após pergunta da senadora Simone Tebet (MDB). Antes o senador Alessandro Vieira (Cidadania) provocou Luis Miranda para que ele disse o nome de Barros. Ele disse Miranda não tinha a coragem que tentava passar nas postagens em redes sociais. Miranda se negou a declarar o nome. Mas ao ser indagada pela seonadora Simone Tebet, com os olhos marejados acabou pronunciando o que todos já estavam mais do que desconfiados.

Barros será convocado a participar da CPI para prestar esclarecimentos nos próximos dias.

“Eu não me sinto pressionado para falar. Eu queria ter dito desde o primeiro momento. Mas vocês não sabem o que eu vou passar. Apontar o presidente da República que todo mundo defende como uma pessoa correta e honesta, que sabe que tem algo errado, ele sabe o nome, sabe quem é, e ele não faz nada por medo da pressão que pode levar do outro lado. Que presidente é esse que tem medo de pressão de quem tá fazendo o errado, de quem desvia dinheiro público com as pessoas morrendo com essa p**** desse Covid?”, disse Miranda.

Saiba mais:

https://tudooknoticias.com.br/noticias/politica/lider-do-governo-ricardo-barros-nomeou-servidora-que-liberou-compra-de-covaxin/

Mais lidas

BRB registra lucro líquido de R$ 518 milhõ...
Caiado defende liberação de dados do Coaf ...
Controle e democracia em debate no TCDF
...